Todos esses fantásticos atributos.
Todos esse fantásticos e maravilhosos atributos.
Todos esses fantásticos e maravilhosos atributos a que ninguém se furta.
Todos esse fantásticos e maravilhosos troféus aos quais ninguém se furta.
Toda essa inefável culpa.
Tudo.
O que não se quer falar.
O que se culpa.
Todo esse maravilhoso ser.
Todo esse ser humano.
Todo ser.
Tudo culpa.



E saiu uma bela escultura sonora.