desenfreadamente
desenfreada
mente
Posts de Novembro, 2008
Publicado em Poesia em Novembro 28, 2008 | 1 Comentário »
Marquises
Publicado em Prosa-poética em Novembro 24, 2008 | 1 Comentário »
Numa latitude desesperada: tempo pra ser novamente, sem sorte e sem norte, numa tela ou num papel, com ordem e desordem, desejo infalível, oculto, invisível, lamurioso, repetitivo, ensurdecedor, mais e mais camadas de significados interrompidos por valores indivisíveis, fuga da tristeza com tremendo esforço, mais uma vez danada como um dromedário alado, sedento e de [...]
Espremendo a Pasta de Dente
Publicado em Prosa-poética em Novembro 22, 2008 | Deixar um comentário »
Com grande andar ganho uma pena em cada mão; não sou surrealista mas escrevo correndo pelos corredores, de forma quase aleatória às vezes, mas sempre tão imbuída de razão. Palavras estúpidas vomitadas num fluxo forçado, trêmulo. Medonho. Preso pra fugir. De algum lugar. Meu tesouro. Meu amigo. Tão distante. Tanta saudade. Escrevo pra fugir do [...]
No Tribunal
Publicado em Prosa, etiquetado juiz tribunal prosa monólogo em Novembro 20, 2008 | 1 Comentário »
Doutor, eu tô aqui pra ajudar, mas a gente precisa falar as coisas claramente. Chega uma carta na minha casa falando pra eu vir aqui no tribunal dia tal falar sobre uma parada que é contra o meu camarada que tá com problema na justiça e eu tenho que contar tudo, mas se eu não [...]
desperto
Publicado em Poesia em Novembro 17, 2008 | 1 Comentário »
Linha empurra pra frente em perspectiva no lugar e no tempo tudo lugar comum.
Força indigesta insana ou pueril fábrica ininterrupta de linhas a serem traçadas.
Véu nu como uma criança presa a uma linha futuro.
Tiros perfurantes ofertas nações emocionadas.
Linha segue na cabeça infinitos traçados até o mesmo lugar em perspectiva.
Opções opiniões muros escorrendo pela vala sonho.
Certeiro [...]
Um Café ao Encontro
Publicado em imagens em Novembro 17, 2008 | 1 Comentário »
Eu sou uma topeira cega que cavou até o Japão sem saber…
Meu novo amigo, um Punksauro, pelo que consta, bicho em extinção.
Aqui ó - http://corsarios-efemeros.blogspot.com/
o futuro é quando as coisas deixaram de ser novinhas em folha
Publicado em Poesia em Novembro 12, 2008 | 1 Comentário »
grandes figas ocultas contra o inexorável caminhar da carruagem copulam em minha margem com as pernas bem abertas como uma puta num bordel incandescente fervilhando de dor e paixão e suor e sangue e madrugada adentro num eterno amanhecer entre dentes figuras aladas voam em direção ao sol e queimam idiotas e teimosos não querem ver o [...]
Mantra
Publicado em Prosa em Novembro 6, 2008 | 1 Comentário »
Tenho sonhado em visitar um amigo, e ao chegar lá ele me diz “pô, tô te esperando fazem mais de mil anos, a gente quer que você seja nosso agora” e me aponta uma turma em volta que conjectura idéias baratas e mofadas como se fossem sofisticadíssimas teorias científicas e então eu digo “não creio [...]
Uma Novela Inaugurada aos Anos
Publicado em Prosa-poética em Novembro 4, 2008 | Deixar um comentário »
Um uivo de elefante. Ele não esquece a infância, esse território sagrado e esquecível. Contém o atributo do esquecimento. Inaugura-se em mim um novo medo hermético que já nem me lembro mais, e isso não dá musica. O que mais dá? E o que não dá? Deliro sem sentido, me debatendo. Me assumo de novo. [...]


